[ EDUCAÇÃO ] Por Cezar Augusto Santa Ana

ENEM

Publicado em 17 de março de 2017
ENEM Foto: Divulgação

Como entender? Como chegar lá.

A partir de hoje, e ao longo do ano, vamos procurar esclarecer e refletir sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), um tipo de avaliação sistêmica que tomou significativa importância ao longo dos últimos anos no cenário educacional brasileiro.

Essa crescente importância tem diversas origens. Entre elas, a certificação do Ensino Médio em casos específicos e, sobretudo, porque grande parte das instituições de ensino superior (IES) fazem do exame uma referência de ingresso aos cursos de graduação.

No último dia 09, em entrevista concedida pelo ministro da Educação Mendonça Filho, o MEC, por intermédio do INEP, autarquia federal responsável pela organização geral do ENEM, anunciou mudanças relativas às aplicações dos anos anteriores. Segundo o próprio ministro, algumas dessas mudanças são provenientes de uma consulta pública que envolveu 600 mil votantes.

AS PRINCIPAIS NOVIDADES:

- O exame passará a ser aplicado em dois domingos seguidos (em 2017, as provas serão em 5 e 12 de novembro);

- Haverá alteração na ordem das provas: no primeiro domingo, dia 5, serão aplicadas as provas de Linguagens, Ciências Humanas e Redação, com 5h30 de duração; no segundo domingo, dia 12, serão aplicadas as provas de Matemática e Ciências da Natureza, com 4h30 de duração.

- Por segurança, os cadernos de prova passarão a ser personalizados, com nome e número de inscrição escritos na capa, juntamente com os cartões de resposta encartados na prova, mas manterão o formato em quatro cadernos de cores diferentes.

- O resultado do Enem por escola, que divulgava as médias das notas dos estudantes separados pela escola em que estudam, não será mais divulgado.

É isso, ao longo do ano vamos falar muito sobre o ENEM com dicas e esclarecimentos.



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Cezar Augusto Santa Ana

Cezar Augusto
Santa Ana

coluna@jornalpress.com.br
Cezar Augusto Santa Ana é Diretor Pedagógico do Colégio Mosaico, em Rio das Ostras. Graduado em Letras pela Uerj, Especialista e Mestre pela UFRJ, atua nessa mesma Universidade, no Campus de Macaé. Professor licenciado do município de Rio das Ostras, Leciona há mais de vinte anos na Região dos Lagos, sendo conhecido pelo trabalho docente transpassado por várias gerações. Possui publicações em diversos gêneros que transitam da escrita acadêmica à poesia. Em sua mais recente pesquisa pela Capes, investigou a topoafetividade dos pescadores da Boca da Barra, em Rio das Ostras.

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