Blog da Brigitte

VICIADAS EM SEXO

Publicado em 16 de março de 2018
VICIADAS EM SEXO Foto: Divulgação VICIADAS EM SEXO Foto: Divulgação

Essa semana fiz uma entrevista bastante inusitada: conversei com um grupo de meninas viciadas em sexo, que estão buscando tratamento para diminuir o apetite sexual que, segundo elas, é bem acima do normal.

Algumas meninas contaram suas experiências e relataram casos que me deixaram de boca aberta. Isso mesmo, logo eu, altamente liberal, alto astral, fiquei boquiaberta com algumas situações relatadas. Poderia dizer, inclusive, que fiquei bastante envergonhada.

Todas foram unânimes em dizer que fazem sexo todo dia. Duas delas, inclusive, confirmaram que fazem mais de uma vez ao dia, como se fosse um remédio, de 8 em 8 horas. Confesso que cheguei a ficar cansada com tanta disposição. E olha que não sou nenhuma santa...

Outra unanimidade entre elas era com relação aos seus relacionamentos. Nenhuma delas conseguia namorar por mais de dois meses porque os referidos namorados, não aguentavam o ímpeto das meninas.

Todas as meninas tinham codinomes e uma, que tinha o apelido de Vulcão (não me perguntem porquê...), relatou que, além do sexo diário, ela dedicava parte do seu tempo testando produtos eróticos do sex shop que ela era uma das sócias. Além disso, ela contou que já teve relações nos mais variados e inusitados locais: na cama, no chão, no banheiro, no elevador, na escada, na sacada, em cima de uma árvore, na piscina, na praia, na lagoa, na sauna, no carro, no avião, no navio, no trem, no metrô, na barca, na rede, no escritório, no parque de diversão, no consultório do dentista, no consultório médico, em cima da máquina de lavar (com ela ligada.... a máquina, é claro), na cadeira, no divã, na chuva, na rua, na fazenda e até numa casinha de sapê. Fiquei abismada com a situação, mas fazer o quê?

A insaciável disse que outro problema que ela tinha era com relação aos sons emitidos. Ela não conseguia parar de gritar, ao ponto, de vários vizinhos reclamarem dos barulhos. Para essa, eu perguntei se ela mantinha relações somente em casa por conta dos sons emitidos. Na mesma hora ela disse que praticamente mantinha relações somente em casa porque já tinha sido “convidada a se retirar” de, pelo menos, quatro hotéis.

A história de Pussy Cat, no entanto, foi a que me deixou mais impressionada. Ela contou que perdeu a virgindade aos 14 anos. Hoje com 29 anos, ela conta que encontrou o parceiro ideal porque juntos já praticaram cada posição do kama sutra, pelo menos duas vezes. Isso sem falar nas adaptações e criações criadas por ela e seu parceiro. Inclusive, estão pensando em editar o livro: “Pussy Cat & Dog: 169 posições para satisfazer seu parceiro”. No momento estão em busca de uma editora interessada em bancar a obra literária.

Confesso que depois do bate papo, me senti uma freira e percebi que ainda tenho muito a aprender. Falando nisso, deixa eu ir porque vou encontrar com meu namorado para ver se realmente dá para fazer a posição 124 do livro da Pussy, cujo nome é Alforria de uma Prisão Siberiana.... Estou curiosa.... Depois eu conto se vale a pena...


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Brigitte Belmont

brigitte@jornalpress.com.br
Brigitte Belmont é jornalista, publicitária, relações pública, fotógrafa, colunista, redatora, revisora, radialista, apresentadora, produtora, modelo, atriz, diretora, escritora, web designer, pintora, artesã, atleta, maravilhosa, esplendorosa, magnífica, inteligente, poderosa, modesta e mulher presente nas mais variadas e distintas situações para mostrar que a cidade não para e está sempre em movimento.

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